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Selic em 5%. Como investir?

O Copom decidiu cortar a Selic para 5% ao ano e, nos EUA, o Fed cortou a sua taxa de juros pela terceira vez consecutiva 

O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu, nesta quarta-feira, cortar 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros do país. Com a decisão, a Selic fica em 5% ao ano, a menor da história do país.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve, o Banco Central americano, cortou a taxa de juros, também. É o terceiro corte consecutivo e deixou a taxa básica de juros entre 1,5% e 1,75% ao ano. A entidade anunciou, em comunicado oficial, que a inflação americana segue baixa, que a economia local vem crescendo e sinalizou que deve impor condições mais rígidas para que um novo corte seja feito.

No Brasil, a decisão foi unânime e, conforme anúncio oficial do Comitê, os indicadores econômicos do país reforçam a necessidade de continuidade do processo de recuperação da economia e supõe que a recuperação ocorra em ritmo gradual.

No cenário externo das principais economias, como a americana, há a provisão de estímulos monetários adicionais, contexto de desaceleração econômica e inflação abaixo das metas, o que, conforme o Comitê, produz um ambiente relativamente favorável para economias emergentes. 

Há, ainda, a perspectiva de mais um corte na próxima reunião do Copom, a última de 2019. Mas o comunicado reiterou que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

Como a taxa de juros baixa impacta a vida das pessoas:

Primeiro, é preciso explicar que, quando a taxa de juros do país é menor, a inflação tende a se manter controlada e o dinheiro fica “mais barato”. 

Assim, a economia gira com mais fluidez, o brasileiro ganha poder de compra e facilidade para investir enquanto, em paralelo, as empresas têm mais robustez para se desenvolver, implementar projetos, gerar empregos e por aí vai. É um cenário considerado ideal para se viver aqui, nos Estados Unidos, em qualquer lugar do mundo, digamos assim.

E a vida do investidor? Como investir com a taxa de juros baixa?

No caso dos brasileiros, investir em renda fixa com a Selic baixa continua sendo uma opção, pois ela sempre será um componente de estabilidade em uma carteira administrada. Porém, o investidor deve estar atento para optar por produtos melhores, que entreguem mais performance, mesmo dentro da modalidade. Crédito privado, por exemplo, é uma ótima opção.

Para ter mais rentabilidade, o segredo está na diversificação

O que o investidor brasileiro, que até 2016 estava acostumado a ter uma taxa básica de juros de até 14% ao ano, pode fazer diante deste cenário? 

A resposta rápida para isto é: diversificar. É na diversificação responsável e inteligente que o investidor encontra maior rentabilidade. E isso inclui optar por, ou tomar mais risco ou esticar o prazo de resgate.

Há como investir com risco de forma moderada?

Quando o assunto é investimento, o risco tem uma correlação com a perspectiva de rentabilidade. Ou seja, é a perspectiva de uma rentabilidade maior que torna mais atrativo correr algum risco.

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No cenário que temos hoje, a tendência é que, para carteiras com objetivos de médio e longo prazo, mesmo os investidores de perfil mais conservador, optem por alocações com renda variável e fundos multimercados, mesmo que em doses homeopáticas. 

Sim, é possível respeitar o seu perfil de investidor, mesmo tomando iniciativas de investimentos mais moderadas com foco no longo prazo. Afinal, períodos mais longos de aplicação reduzem bastante o risco do investimento em ações, por exemplo, e oferecem ótimos retornos.

A boa notícia é que você não precisa quebrar a cabeça com diversificação. Com a Warren, você investe com foco em rentabilidade e alinhamento. Para cada objetivo de vida, você tem uma carteira com a alocação ideal e os melhores produtos do mercado. E o melhor: em uma experiência muito transparente e direta que nos bancos e outras corretoras.

Quer investir com uma diversificação global para potencializar os ganhos no médio e longo prazo, mesmo com a Selic baixa? Comece agora!

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