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Como os conflitos de interesse atrapalham seus investimentos

Queremos elevar o padrão de transparência e alinhamento com os investidores e, por isso, nos orgulhamos de ser a primeira corretora brasileira que eliminou o conflito de interesse da relação com os clientes.

Imagine que um juiz receba, para julgar, um processo no qual o seu melhor amigo é uma das partes. Sua conduta como juiz pode ter sido sempre impecável, mas a situação deixa margem para muitas desconfianças. O interesse do cargo, que é garantir um julgamento justo, pode entrar em conflito com o interesse pessoal que o juiz tem de ajudar uma pessoa próxima. Ou, ainda, com a vontade de ser mais severo para não deixar dúvidas de que é isento.

O exemplo é uma caricatura, mas ilustra um problema muito comum: o conflito de interesses. Podemos trocar o juiz pelo médico que recebe patrocínio da fabricante de um remédio específico, ou pelo político que emprega parentes. Mas nem só de más intenções se faz o tão famoso conflito de interesses: o cirurgião, por mais talentoso que seja, não faz a cirurgia de seu filho porque as emoções envolvidas podem afetar sua capacidade de julgamento.

É justamente porque as pessoas são seres com emoções e que, por melhores que sejam, cometem erros, que as instituições e a sociedade precisam ter regras e processos impessoais.

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No Brasil, há muitas leis que regulam a maneira como certas instituições lidam com possíveis conflitos de interesse. Juiz não julga parente, nepotismo é crime e quando um cientista recebe patrocínio de uma empresa interessada em sua pesquisa ele deve informar e publicar o financiamento.

Mas o mercado financeiro, por uma série de razões, preserva procedimentos muito viciados, em termos de conflitos de interesse.

Antes de entender melhor como se dá o conflito de interesses na forma tradicional de investimento, vale a pena falar um pouco do modo tradicional como se vinha investindo até recentemente.

Concentração bancária

No Brasil, a concentração bancária é um problema sério. Como todo mundo sabe, nada melhor para a qualidade dos produtos e o preço que se paga por eles do que um ambiente competitivo. Mas por que há tão poucos bancos?

Uma das razões é que o Brasil tem uma regulação muito forte do mercado financeiro. O que, por um lado, garante mais segurança, mas, por outro, encarece os processos internos de fiscalização, auditoria, etc., dificultando o surgimento de novas empresas.

Tecnologia a serviço da democratização

A boa notícia é que a tecnologia tem possibilitado fiscalizar e garantir a segurança do mercado financeiro com custos mais baixos. E mais, adicionando transparência e simplicidade ao processo.

Leia mais: Por que a tecnologia é importante?

O resultado disso é que novas empresas estão surgindo para tornar o mercado mais competitivo e, consequentemente, melhor. Mas não basta apenas baixar os preços dos produtos de investimento, é preciso que eles estejam alinhadas com os clientes. Isso significa deixar os conflitos de interesse para trás.

Investimentos: como a Warren se tornou a primeira corretora isenta de conflito de interesse

A tecnologia permite baratear a fiscalização e a segurança dos produtos e serviços de investimento. Além disso, com a tecnologia, é mais fácil oferecer eficiência e transparência ao cliente. Mas, para muitos, a transparência não é um bom negócio. Os conflitos de interesse podem ser de natureza pessoal ou institucional.

Conflito pessoal

É o conflito que se dá na relação dos clientes com seus assessores de investimento ou gerentes de banco. O conflito é produto de um modelo viciado.

Diferentes produtos de investimento têm diferentes taxas. Há fundos em que a administração cobra 4%, outros em que a taxa permanente é de 2%, mas o cliente ainda paga uma taxa de performance, que incide sobre o retorno.

Leia mais: As diferenças entre produtos e serviços de investimento e o que é uma carteira administrada

Além das diferentes taxas, bancos e corretoras trabalham com metas. Assim fica difícil saber se os produtos indicados são os melhores para você e para seus objetivos ou se são os que dão mais retorno e batem as metas de quem os indica.

Como a Warren resolve o conflito pessoal

A Warren mantém taxa zero em todos os seus produtos próprios. Nossos clientes pagam uma taxa única de gestão, de 0,5% ao ano, e os fundos da Warren não têm taxa de administração. Ou seja, quando a Warren oferece uma alocação para seus investimentos, o único critério é oferecer o que é melhor para você. Sem diferença de taxas entre os diversos fundos Warren, você pode ter certeza de que os produtos oferecidos são os mais indicados para seu perfil de investidor e para os objetivos de seu investimento.

Conflito institucional

Mas nem só os interesses pessoais dificultam a transparência do mercado de investimentos. Para exemplificar como se dão os conflitos institucionais, leve em consideração o investimento em crédito privado.

O investimento em crédito privado é um investimento bastante conservador, que consiste em emprestar dinheiro para empresas e instituições financeiras. Todos os dias, bancos emitem CDBs para conseguir dinheiro suficiente para fechar suas contas. A remuneração dos CDBs varia muito de banco para banco. Bancos grandes, com muitos correntistas, dependem menos desta modalidade de crédito e, portanto, oferecem juros mais baixos que os bancos menores.

Quando você investe em crédito privado em fundos de renda fixa de grandes bancos, além das altas taxas, que chegam a 4%, seu dinheiro pode ser destinado ao próprio banco e não às instituições que pagam mais pelo seu dinheiro.

Como emprestar dinheiro é a atividade principal dos bancos – e todo mundo sabe quanto custa entrar no cheque especial! – é mais rentável ganhar nos empréstimos do que nos investimentos. Ou seja, em vez de procurar os bancos e empresas que pagam mais pelo seu dinheiro, o banco o empresta a si mesmo, pelo menor custo possível e, com isso, aumenta sua própria margem de lucro na oferta de crédito.

O resultado disso? Os maiores fundos de renda fixa dos grandes bancos tiveram desempenho baixíssimo em 2018 e continuam indo mal em 2019.

Leia mais: Como estão os fundos de renda fixa dos bancos em 2019

Um novo jeito de investir

A Warren surge com uma ambição de qualidade e também com uma causa: mudar a cultura de investimentos do país. Para isso, a excelência de nosso serviço não está voltada apenas para a segurança e a rentabilidade que oferecemos. Queremos elevar o padrão de transparência e alinhamento com os investidores e, por isso, nos orgulhamos de ser a primeira corretora brasileira que eliminou o conflito de interesse da relação com os clientes.

Investir pode, e deve!, ser mais eficiente, fácil e acessível. Comece agora!

4 comentários em “Como os conflitos de interesse atrapalham seus investimentos

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