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Day trade é bom ou ruim?

Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, encomendada pela Comissão de Valores Mobiliários, constatou que 90% das pessoas que fazem day trade acaba perdendo dinheiro. Afinal, day trade vale a pena?

Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, encomendada pela Comissão de Valores Mobiliários, constatou que 90% das pessoas que fazem day trade acaba perdendo dinheiro.

Das quase 20 mil pessoas que tiveram suas operações analisadas pelos pesquisadores da FGV, menos de 8% resistiu a mais de 300 pregões. Além da alta taxa de desistência, o grupo de negociadores acumulou, num período de 5 anos, um prejuízo de R$ 68,4 milhões.

Mas, afinal, o que é day trade?

Day trade é o nome dado para a operação de compra e venda de ações que acontece em prazos curtos. A promessa de ganhos rápidos em prazos reduzidos tem se tornado um atrativo para muitas pessoas e vem ganhando certa popularidade no Brasil.

A princípio, o investimento em ações é um investimento de longo prazo. Seu propósito é permitir um aumento da capacidade que empresas têm de investir sem precisar pegar dinheiro emprestado.

Quando uma empresa abre seu capital, ela recebe dinheiro de investidores, que se tornam seus sócios. Os acionistas têm direito a receber os lucros que a empresa distribui e podem se beneficiar da valorização de seu patrimônio conforme a empresa for crescendo. Os acionistas também podem vender sua participação societária a qualquer momento, basta encontrar quem compre.

Invista em ações de um jeito fácil!

Lei da oferta e da procura

Quanto maiores forem as perspectivas de que a empresa seja rentável, maior é o número de interessados em adquirir uma participação nessa promessa de sucesso. E, como o número de ações disponíveis é limitado, vale a boa e velha lei da oferta e da procura. Muita gente querendo um pedacinho da empresa faz com que as ações fiquem mais caras. Pouca gente querendo, faz com que as ações fiquem mais baratas.

Day trade: negócio de ocasião ou especulação financeira?

Mas nem sempre o sobe e desce da bolsa tem a ver só com as perspectivas das empresas. O cenário é sempre mais complexo. Fatores políticos, climáticos e até policiais podem atrair ou afastar investidores.

Tirar proveito do sobe e desce momentâneo pode criar um efeito cascata. A prática especulativa distorce, no curto prazo, o preço das ações. A especulação é tão nociva que os governos tendem a desestimulá-la cobrando impostos mais altos para transações de curto prazo.

Isso não significa que um investidor não possa mudar de ideia sobre em quais empresas investir. Ou que não possa aproveitar uma valorização repentina para vender suas ações e realizar o sonho de abrir seu próprio negócio ou comprar uma casa. Afinal, investir deveria ser uma maneira de proteger seu dinheiro e também melhorar sua qualidade de vida. Mas quando investidores se aproveitam da volatilidade do mercado, eles a intensificam. O que faz com que as bolsas de valores acabem sendo, no curto prazo, um investimento menos seguro do que elas poderiam ser.

Mas se tanta gente especula, não é a minha operação pequena que vai estragar o mercado!

Certamente não. Mas se muita gente ou gente com muito dinheiro chegar à mesma conclusão, talvez o problema fique bem grande. Independente disso, também vale a pena olhar para a questão de um outro ponto de vista.

Para obter ganhos no curto prazo, se valendo da volatilidade dos mercados, é preciso levar em consideração um número muito grande de variáveis, o que torna difícil fazer escolhas verdadeiramente racionais e responsáveis. Por isso, a possibilidade de dar errado acaba sendo enorme.

A pesquisa da FGV não revelou uma grande novidade

O megainvestidor americano Warren Buffett nunca foi um entusiasta das operações de day trade. Em 2007, ele apostou R$ 500 mil que, em 10 anos, o ganho dos fundos que atuam com metas de curto prazo ofereceriam menos rendimento do que o desempenho médio das empresas do índice S&P 500. Ou seja, o S&P 500 performaria melhor que os chamados hedge funds.

Dez anos depois, em 2017, o S&P performou 3 vezes mais que o fundo escolhido a dedo para disputar a aposta de Buffett.

BOLSA DE VALORES

No longo prazo, o que importa mesmo é a qualidade das empresas

Investir na bolsa de valores com objetivo de longo prazo faz com que os critérios de escolha das ações sejam aqueles que realmente importam e que podem de fato ser medidos. Produtividade, capacidade de inovação, demanda pelo produto, credibilidade da marca e saúde financeira são alguns dos pontos a se considerar na hora de escolher as empresas nas quais investir.

Como investir em ações e escapar dos riscos do day trade?

A Warren conta com fundos de ações feitos sob medida para quem pensa no longo prazo e entende que, quando se trata de dinheiro, as melhores escolhas são sempre as mais responsáveis. Um portfólio diversificado e com objetivos de longo prazo é sempre a melhor forma de fazer seu dinheiro render mais.

• O Fundo de ações brasileiras foi feito para superar, no longo prazo, o Ibovespa, principal índice da bolsa no Brasil. Ao investir neste fundo você se torna sócio de empresas como Gerdau, Ambev e Magazine Luiza, por exemplo:

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O Fundo de ações americanas é uma solução para quem busca rendimentos mais promissores que os da renda fixa mas prefere investimentos com menos volatilidade. Seu objetivo é superar, no longo prazo, o S&P 500. Ao investir neste fundo você se torna sócio de gigantes americanas como, entre outras, Disney, Apple, Microsoft e Coca-Cola:

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Você também pode distribuir seus investimentos entre os dois fundos e contar com um portfólio de ações ainda mais diversificado.

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1 comentário em “Day trade é bom ou ruim?

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